segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A primeira vez dos dois

Ela tinha medo de tudo
e a mente transportada.

E ela comia galinha morta
com mil sabores queimando
Depois que o vaso se quebrou,
cravando o dente novamente

As borboletas e as orquídeas dançavam paz
lisa como seda, branca como porcelana.

As casinhas pequeninas almoçavam juntas…

E, enfim, a conquista
No seu colo, bebi seu consolo.

(C.C. e P.S.)